segunda-feira, 15 de março de 2010

Pimentas

A pimenta é o nome comum dado a vários tipos de condimentos culinários de sabor picante. Entre estes destacam-se:

  • As sementes de plantas da família Piperaceae, das quais se destacam as do género Piper, no qual se inclui a planta que dá origem à pimenta-do-reino como é conhecida no Brasil, pimenta-preta em Portugal e pimenta-redonda em Moçambique. Diferentes maturações e colheita dos grãos oriundos desta planta, Piper nigrum, dão origem à pimenta-verde, à pimenta-branca e à pimenta-preta.
  • O género Capsicum, da família Solanaceae, compreende por volta de 27 espécies conhecidas. A estas plantas, está associada a escala de Scoville, que mede o grau de picante. Entre os frutos de plantas deste género, destacam-se, pelo seu uso: o pimentão (português brasileiro) ou pimento (português europeu) que não é picante, a pimenta-malagueta (que em Portugal e em Moçambique é também conhecida como piri-piri no caso de frutos de menores dimensões e por vezes secos), a pimenta-de-caiena (nome dado à especiaria resultante de uma variedade de paprica seca e feita em pó), a pimenta-calabresa (conhecida no Brasil como pimenta dedo-de-moça ou chifre-de-veado, esta última associada a frutos de maiores dimensões e coloração mais intensa). A maioria destas espécies é ligeiramente tóxica, causando sudorese e hipertensão em altas doses.
  • A aroeira, também conhecida como aroeira-mansa ou aroeira-vermelha, é uma planta relacionada com o caju, das espécies Schinus molle e S. terebinthifolius, da família Anacardiaceae.
  • A pimenta-szechuan é produzida por uma planta da família Rutaceae, espécie Zanthoxylum piperitum.
  • A família Myrtaceae contém várias espécies de pimentas de usos variados. A pimenta-da-jamaica, por exemplo, é o fruto da Pimenta dioica que, devido ao seu sabor que pode lembrar o cravo, a canela e a noz-moscada, é conhecida também como pimenta all spice.

Pimenta no Brasil
Uma das principais características culturais das tribos indígenas que habitavam as terras brasileiras na época do descobrimento era o cultivo de pimentas. Após o descobrimento, as sementes e frutos de pimentas passaram a ser cada vez mais cultivados e disseminados entre vários povos e utilizados de diversas formas.
A "capital nacional da pimenta", como é conhecido o município de Turuçu no Rio Grande do Sul, começou a cultivá-la no final do século XIX. Tal informação pode ser comprovada pelos depoimentos dos produtores da região, muitos deles já de idade elevada, tendo passado dos sessenta anos de idade, que relembram a cultura do cultivo, passada a eles por seus pais.

Benefícios à saúde
A pimenta faz bem à saúde e seu consumo é benéfico para quem tem enxaqueca. A substância química que dá à pimenta o seu caráter ardido é a capsaicina, a qual também possui propriedades benéficas à saúde. Ela provoca a liberação de endorfinas, substâncias que provocam uma sensação de bem-estar. As substâncias picantes das pimentas melhoram a digestão, estimulando as secreções do estômago. Possuem efeito antiflatulência. Favorecem a cicatrização de feridas. Existem estudos que demonstram que a pimenta é um potente antioxidante (antienvelhecimento) e anti-inflamatório. A pimenta possui propriedades anticâncer

Pin-Ups

Uma pin-up é uma modelo cujas imagens sensuais produzidas em grande escala exercem um forte atrativo na cultura pop. Destinadas à exibição informal, as pin-ups constituem-se num tipo leve de erotismo. As mulheres consideradas pin-ups são geralmente modelos e atrizes.


História
Pin-up também pode se referir a desenhos, pinturas e outras ilustrações feitas por imitação a estas fotos. O termo foi documentado pela primeira vez em inglês em 1941; contudo, seu uso pode ser rastreado pelo menos até a década de 1890. As imagens “pin up” podiam ser recortadas de revistas, jornais, cartões postais, cromo-litografias e assim por diante. Tais fotos apareciam freqüentemente em calendários, os quais eram produzidos para serem pendurados (em inglês, pin up) de alguma forma. Posteriormente, posters de “pin-up girls” começaram a ser produzidos em massa.
Muitas “pin ups” eram fotografias de celebridades consideradas sex symbols. Betty Grable foi uma das mais populares dentre as primeiras “pin-ups”. Um de seus posters tornou-se onipresente nos armários dos soldados norte-americanos durante a Segunda Guerra Mundial. Outras pin-ups eram trabalhos artísticos, freqüentemente representando versões idealizadas do que alguns imaginavam ser a representação de uma mulher particularmente atraente. Um exemplo antigo do último tipo foi a Gibson girl (garota de Gibson), desenhada por Charles Dana Gibson. O gênero também deu origem a vários artistas especializados, tais como Gil Elvgren, Alberto Vargas, George Petty e Art Frahm.
A expressão “cheesecake” é sinônimo de “foto pin-up”. O mais antigo uso documentado neste sentido é de 1934, antecipando-se a “pin-up”, embora anedotas afirmem que a expressão estava em uso na gíria pelo menos 20 anos antes, originalmente na frase (dita sobre uma bela mulher) “better than cheesecake” (algo como um verdadeiro pitéu).
Hoje em dia, homens também podem ser considerados “pin ups” e existem equivalentes masculinos de modelos e atores atraentes como Brad Pitt. O termo equivalente, nesta acepção, é “beefcake” (algo como bofe, em gíria brasileira).
Em anos recentes, ilustradores, têm explorado pin-ups de modo mais radical. Vernon, criador do termo "pinup toons", fundiu a clássica garota pin-up com os elementos da HQ e cartoon.

Outros tipos de pin-ups
Em HQs, uma pin-up é simplesmente uma arte que ocupa uma página inteira, costumeiramente sem diálogo, que exibe um personagem ou grupo de personagens, ou um acontecimento significativo, publicado numa edição regular ou especial e que não foi pensada para tornar-se um poster.
Em publicações profissionais para fãs de filmes e séries de televisão, uma pin-up pode representar uma fotografia posada dos atores ou atrizes do assunto em pauta, mas pode também exibir cenas específicas especialmente fotografadas para fins de divulgação (os chamados stills).

http://pt.wikipedia.org/wiki/Pin-up

História das artes gráficas

Origens
As artes gráficas surgiram da necessidade de expor em algum material fixo suas ideias, pensamentos e conceitos de comunicação. Para isso era necessária a utilização de três elementos básicos: Tintas, papel e alguma superfície onde continha a imagem ou texto que desejasse imprimir, ou seja, madeiras ou pedras talhadas, fundições em metais entre outros.
No início, se utilizava pilastras de mármores esculpidas com textos que após serem entintados aplicavam sobre estas folhas de papel, já no século XI o chinês Pi Sheng criou tipos móveis que por fim não se propagou devido ao grande número de ideogramas do alfabeto chinês. No final do Século XII chega através do mercado árabe o papel à Europa, material considerado de luxo devido aos altos custos de importação. Devido a sua grande utilização os italianos e franceses buscaram fabricar estes papeis e só no século XII tiveram sucesso, renascendo na Europa ocidental a xilografia, técnica já conhecida na china onde se utilizava a madeira como base, assim surgiu os primeiros livros impressos por meio desta. Pouco tempo depois desenvolveu-se a tábua Xilográfica na versão metálica que passou então a ser conhecida como Metalografia, nestes tipos eram gravadas as letras, os sinais de acentuação e os números que ao contrário dos de madeira, poderiam ser utilizados inúmeras vezes.
Johannes Gutenberg, por volta do século XV passou a desenvolver melhorias para esta técnica da arte, assim então criou uma prensa onde utilizava os tipos móveis metálicos, estas prensas agrupavam os tipos um em seguida do outro a fim de formar palavras e frases e de fato agrupar as linhas e criar as páginas. Com esse avanço foi possível fazer impressões de melhor qualidade e em ambos os lados das folhas de papel.


Com o passar do tempo foram implantados vários aperfeiçoamento mecânicos que permitiam um melhor controle das maquinas, era possível alterar a pressão exercida pela prensa sobre o papel reduzindo as manchas de tintas que apareciam sobre os impressos, mas com o passar do tempo esta técnica foi substituída por outras novas como, por exemplo, a Estereotipia e a Estereografia, que por fim acabou agilizando as impressões devido a possibilidade de duplicação de sua lâmina de impressão, algo que era de extrema necessidade devido a grande demanda de materiais impressos.
Deu início a mecanização das artes gráficas onde buscaram aperfeiçoar a composição dos textos, a agilização na alimentação do papel nas máquinas e a encadernação dos livros. Um grande avanço nesta época foi a substituição da bandeja e da prensa por cilindros que pressionava o papel sobre o molde de forma mais controlável aumentando a qualidade de impressão dos textos. No ano de 1880 surgiu nos Estados Unidos a linotipia dando início a uma nova era na área das artes gráficas. Esta técnica utilizava máquinas complexas onde o texto era digitado em um teclado pelos linotipistas e os caracteres eram estampados no papel, técnica que agilizava bastante os processos de composição dos textos.


Tipos Gráficos
Quando se trata de desenho de caracteres de impressão, seus tamanhos, qualidades estéticas e legibilidade sempre foram preocupantes tanto para os orientais quanto para os ocidentais buscando sempre aprimorarem para uma fácil e agradável leitura. Varias características dos tipos são de grande importância em sua seleção, alem dos critérios estéticos e de legibilidade, vale a pena levar em conta ao leitor que se destina, a natureza da obra e os fatores econômicos, já que o tamanho destes tipos e espaçamento diferenciado interfere de maneira direta sobre a obra e seus custos. O tamanho dos tipos conhecidos como corpo tem um grande papel nas artes gráficas onde se utiliza textos maiores ou menores de acordo com a importância que queira dar a certos títulos ou textos.

Artes gráficas na atualidade
As artes gráficas nos dias de hoje entendesse em três processos básicos: a composição de textos que é criada pela fotocomposição; a fotomecânica e a impressão final. No século XIX surgiu as impressões em off-set o que deixou de lado os caracteres metálicos usado anteriormente e esta também favoreceu no aparecimento de novos sistemas utilizando máquinas de escrita. Em meados de 1950, surgiram então as primeiras máquinas que utilizavam como base meios fotográficos facilitando bastante na edição de textos. Um outro grande avanço na área foi o surgimento da informática nestas máquinas fotocompositoras, principalmente com o surgimento de programas editores fáceis de utilizar.
O Off-set começou a ser produzido nos Estados Unidos por volta de 1900, este utilizava a técnica de transmissão direta de imagem onde era impressa primeiramente em um rolo de borracha e em seguida transferida ao papel. Este sistema com o passar do tempo teve que ser aperfeiçoado tornando-se assim o melhor sistema impressão da época, tanto na área de impressão em tiragens como nas de impressões em maiores qualidade. A grande vantagem desta técnica é que devido a utilização da borracha como meio impressor, era possível a utilização de papeis de diferentes qualidades e esta também chegava a imprimir dezenas de milhares de exemplares por hora.
A muito tempo as páginas não são impressas separadamente, atualmente estas são impressas em grandes rolos e em seguida grampeadas e cortadas por máquinas chamadas guilhotina formando então os cadernos, livros, revistas e etc.
Uma técnica utilizada atualmente conhecida como Design gráfico é um processo que utiliza imagens e textos para transmitir mensagens, idéias e conceitos e hoje e a atividade projetual mais disseminada no planeta, este técnica tem como objetivo informar, identificar, estimular, persuadir e entreter e é utilizada nas áreas comercias e fundos sociais. O trabalho dos profissionais desta área está no meio de toda a sociedade através de logotipos, anúncios, embalagens, marcas, folders, revistas, jornais, abertura de vinhetas de cinema e televisão, web sites, jogos, softwares, camisetas, outdoors, folhetos, catálogos etc.
Um designer gráfico tem que estar ligado a tudo o que acontece no mundo, não basta apenas conhecer questões relacionadas a sua profissão, mais sim estudar mais sobre cores, produção gráfica, semiótica, ergonomia, tipografia entre outro meios de comunicação, este tem também que estar sempre estudando e se atualizando. Como o acesso aos programas de criação gráfica esta facilitado muitas pessoas mesmo que não qualificada diz ser um designer gráfico, o que não é verdade.


http://www.emdiv.com.br/pt/mundo/tecnologia/1952-artes-graficas-e-impressao.html

http://www.modenadesign.com.br/design_grafico